quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ACTIVIDADE FÍSICA E CANCRO
domingo, 23 de janeiro de 2011
NUNCA É DEMAIS SABER O QUE É
A investigação constante, numa área de intervenção tão importante como o cancro é, inquestionavelmente, necessária. Cada vez se sabe mais sobre as suas causas, sobre a forma como se desenvolve e cresce, ou seja, como progride. Estão, também, a ser estudadas novas formas de o prevenir, detectar e tratar, tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas com cancro, durante e após o tratamento.O cancro tem início nas células; um conjunto de células forma um tecido e, por sua vez, os tecidos formam os órgãos do nosso corpo. Normalmente, as células crescem e dividem-se para formar novas células. No seu ciclo de vida, as células envelhecem, morrem e são substituídas por novas células.
Algumas vezes, este processo ordeiro e controlado corre mal: formam-se células novas, sem que o organismo necessite e, ao mesmo tempo, as células velhas não morrem. Este conjunto de células extra forma um tumor.
Nem todos os tumores correspondem a cancro. Os tumores podem ser benignos ou malignos.
Os tumores benignos não são cancro:
•Raramente põem a vida em risco;
•Regra geral, podem ser removidos e, muitas vezes, regridem;
•As células dos tumores benignos não se "espalham", ou seja, não se disseminam para os tecidos em volta ou para outras partes do organismo (metastização à distância).
Os tumores malignos são cancro:
•Regra geral são mais graves que os tumores benignos;
•Podem colocar a vida em risco;
•Podem, muitas vezes, ser removidos, embora possam voltar a crescer;
•As células dos tumores malignos podem invadir e danificar os tecidos e órgãos circundantes; podem, ainda, libertar-se do tumor primitivo (primitivo) e entrar na corrente sanguínea ou no sistema linfático - este é o processo de metastização das células cancerígenas, a partir do cancro original (tumor primário), formando novos tumores noutros órgãos.
O nome dado à maioria dos cancros provém do tumor inicial. Por exemplo, o cancro do pulmão tem início no pulmão e o cancro da mama tem início na mama. O linfoma é um cancro que tem início no sistema linfático e a leucemia tem início nas células brancas do sangue (leucócitos).
As células cancerígenas podem "viajar" para outros órgãos, através do sistema linfático ou da corrente sanguínea. Quando o cancro metastiza, o novo tumor tem o mesmo tipo de células anormais do tumor primário. Por exemplo, se o cancro da mama metastizar para os ossos, as células cancerígenas nos ossos serão células de cancro da mama; neste caso, estamos perante um cancro da mama metastizado, e não um tumor ósseo, devendo ser tratado como cancro da mama.
Adaptado do site da LIga Portuguesa Contra o Cancro
domingo, 16 de janeiro de 2011
ACÇÕES DE FORMAÇÃO/INFORMAÇÃO
Consumo de substâncias Psicoactivas – ÁLCOOL E TABACO
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
"Se houvesse um critério pedagógico a ordenar as opções da política educativa, é evidente que o governo ao invés de reduzir teria de aumentar o tempo do Desporto Escolar e da Educação Física curricular respeitando ao menos as orientações da comunidade europeia já que ignora a comunidade científica de Educação Física. A jornalista elencou alguns motivos que justificam a sua apreensão. Parecem óbvios. E não é necessário ser-se um especialista na área da motricidade para demonstrar que os tempos da hipocinésia estão aí com todas as suas maleitas, que erradamente se designam de maleitas civilizacionais. Como se o retrocesso civilizacional pudesse encerrar algum propósito de humanidade." terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Menos desporto e mais quatro quilos
domingo, 9 de janeiro de 2011
Dia - Dia da semana - Turma - Aula - Hora - Sala
10-01-2011 2.ª Feira 9.º D Formação Cívica 10:20 h - 11:50 h G0 1
10-01-2011 2.ª Feira 9.º F Formação Cívica 10:20 h - 11:50 h Auditório
11-01-2011 3.ª Feira 9.º E Formação Cívica 12:00 h - 13:30 h Auditório
12-01-2011 4.ª Feira 9.º C Formação Cívica 12:00 h - 13:30 h Auditório
13-01-2011 5.ª Feira 9.º G Formação Cívica 10:20 h - 11:50 h Auditório
14-01-2011 6.ª Feira 9.º A Formação Cívica 10:20 h - 11:50 h 213
14-01-2011 6.ª Feira 9.º B Formação Cívica 13:50 h - 15:20 h 104
domingo, 2 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Já dizia o velho Hipócrates, por muitos considerado o pai da medicina: "Todo o excesso é mau." Ou, como lembrava o escritor francês Jean-Pierre Claris de Florian, "o excesso de um grande bem torna-se um mal muito grande." As duas máximas aplicam-se ao stresse. Na dose certa, é um mecanismo fundamental à sobrevivência - sem ele "estaríamos todos mortos", nota o psiquiatra e fundador do Instituto de Prevenção do Stresse, Rui Mota Cardoso. Mas, em excesso, o stresse é um perigo sério. Tão sério que pode matar-nos. Chamam-lhe "a doença mais mortífera do século XXI", mas não é ele a premir o gatilho. O crime encomenda-o a uma lista de patologias assassinas a que está associado, do Alzheimer às doenças cardiovasculares, passando pela depressão e outros males.
Numa situação de stresse normal, o organismo retoma o estado inicial ao fim de alguns minutos. O problema é que na montanha-russa dos dias o gatilho é premido vezes sem conta, a um ritmo que pode não ter espaço para recuperar. O stresse torna-se crónico. Para atacar o problema, Robert Sapolsky, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, um dos mais proeminentes neurocientistas mundiais, está a trabalhar no desenvolvimento de um tratamento que funcione como uma vacina para o stresse. Trata-se, no fundo, de recorrer à engenharia genética para provocar a libertação de proteínas protetoras que impeçam o excesso de stresse de danificar o organismo. O tratamento está muito longe de poder ajudar alguém - serão precisos vários anos até que chegue à fase de ensaios clínicos - mas os primeiros testes em laboratório foram animadores: a injeção foi capaz de prevenir quase todos os danos celulares em ratos que foram submetidos a stresse. "Para ser honesto, ainda estou espantado por ver que funciona", disse Sapolsky à revista "Wired". "Provámos que conseguimos reduzir os danos neuronais provocados pelo stresse".
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Para saber mais:
- Telefone para Linha SIDA – 800 26 66 66
- Consulte Coordenação Nacional da Infecção VIH/SIDA – Alto Comissariado da Saúde - http://www.sida.pt
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
COMO DEIXAR DE FUMAR
A American Cancer Society sugere:
2 . Dificulte o seu acesso aos cigarros. Embrulhe o maço e ate-o com elásticos. Fume com a mão esquerda, se está habituado a fumar com a direita.
3 . Compre uma marca de que não goste, mas só um maço de cada vez.
4 . Se costuma fumar quando bebe café, passe a beber chá ou sumo de fruta.
5 . Preste atenção ao seu corpo. Readquira uma boa forma física. O exercício físico favorece a descontracção.
6 . Telefone aos amigos, anunciando-lhes que vai deixar de fumar.
7 . Se puder passar sem o cigarro um dia inteiro, também poderá passar dois. Experimente.
8 . Economize o dinheiro que poderia gastar.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
a nova professora da minha filha mais velha, mas já gosto dela por antecipação. Três dias depois de ter entrado para a primária, a Carolina declarou solenemente: “A minha professora é brava”. Brava?!?, perguntei eu. “Sim, brava. Ela não me deixa espreguiçar, ela não me deixa bochechar [a Carolina queria dizer ‘bocejar’], ela não me deixa beber água [a Carolina queria dizer ‘ela não me deixa interromper a aula para fazer o que me apetece’]. É muito brava”. Eu, que estava com algum receio de colocar a Carolina no ensino público, respirei de alívio. “Ufa, parece que lhe saiu a professora certa”, comentei com a minha excelentíssima esposa. Receava que lhe tivesse calhado alguém que falasse com ela como a ministra Isabel Alçada falou connosco no famoso vídeo de início do ano lectivo: como se o nosso cérebro estivesse morto e todo o acto de aprendizagem tivesse de ser um desmesurado prazer. A Carolina vinha de um infantário fantástico, que tem feito maravilhas pelos nossos filhos, mas onde era mais mimada do que o menino Jesus no presépio.
Ora, chega uma fase na vida em que as crianças têm de perceber o que significa a disciplina, o esforço, a organização, o silêncio, o saber estar numa sala de aula, e toda uma vasta parafernália de actividades que não são tão agradáveis como comer Calippos de morango ou gerir o guarda-roupa das Pollys – mas que ainda assim são essenciais para viver em sociedade. A minha filha está na idade certa para aprender que tem a obrigação de gastar 20 minutos diários a fazer o trabalho de casa. Para perceber que uma irmã mais velha tem mais privilégios mas também mais deveres do que os seus irmãos. Para compreender que com muito poder vem muita responsabilidade (sábias palavras do tio do Homem-Aranha). É essencial que estes valores – que atribuem o devido mérito à liberdade e ao esforço individual – estejam alinhados entre a casa e a escola. Isso nem sempre acontece. A nossa escola passou num piscar de olhos da palmada no rabo à palmadinha nas costas. Ninguém tem saudades da palmatória, mas quando perguntam aos pais o que eles mais desejam para a escola dos seus filhos, a resposta costuma ser esta: regras claras e maior exigência. Os professores bravos fazem muita falta. Hoje a Carolina protesta. Amanhã irá agradecer-lhe."domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
A água é um bem essencial à Vida que se tem tornado cada vez mais escasso. Perante a ameaça de
um futuro sem água, todos somos chamados a agir no sentido de preservar o nosso bem mais precioso. Saiba como contribuir para esta causa que é de todos, começando por mudar hábitos e atitudes em sua casa.
A casa-de-banho é responsável por uma parte considerável da água que consumimos em casa, nomeadamente através das descargas do autoclismo. Com efeito, o consumo dos autoclismos representa 40% do total do consumo doméstico. Resulta daqui que o consumo médio anual associado à utilização do autoclismo se estima em 45 mil litros por fogo, ou seja, 230 mil milhões de litros no País.
Mas o consumo de água pelo autoclismo pode ser controlado através de pequenos gestos do dia-a-dia que fazem toda a diferença: - ajuste o autoclismo para o volume de descarga mínimo (quando aplicável);
- use a descarga de menor volume, ou interrompa-a, para usos que não necessitem da descarga total (e.g. urina);
- coloque o lixo num balde apropriado a esse fim, evitando deitar lixo na bacia de retrete e a descarga associada;
- reduza o volume de armazenamento (colocando garrafas, pequenas barragens plásticas, etc.), evitando no entanto usar objectos que se deteriorem ou que impeçam o bom funcionamento dos mecanismos;
- não efectue descargas desnecessárias do autoclismo;
- reutilize a água de outros usos para lavagem da bacia de retrete (em situações de escassez);
Por outro lado, o consumo de água na casa-de-banho depende muito de como fazemos a nossa higiene pessoal. A maioria dos fogos portugueses possui pelo menos um chuveiro e uma banheira. Os banhos e duches são usos bastantes significativos na habitação, representando cerca de 39% do consumo médio diário, existindo um potencial de poupança significativo para medidas que reduzam o volume gasto em cada utilização, sem ser sacrificado o conforto do utilizador.
Há muito que pode fazer para controlar a água usada na banheira/chuveiro:- utilize preferencialmente o duche em alternativa ao banho de imersão;
- tome de duches curtos, com um período de água corrente não superior a 5 minutos;
- feche da água do duche durante o período de ensaboamento;
- em caso de opção pelo banho de imersão, utilize apenas 1/3 do nível máximo da banheira;
- recolha a água fria corrente até chegar a água quente à torneira, para posterior rega de plantas ou lavagens na habitação (em situação de escassez);
Como vê está ao nosso alcance reduzir o consumo de água para garantir um futuro com água para todos!
domingo, 3 de outubro de 2010
Cerca de 1,7 milhões de vacinas contra a gripe começam hoje a ser vendidas nas farmácias. A estas juntam-se cerca de 300 mil, que vão ser distribuídas nos centros de saúde, de forma gratuita, pelas pessoas mais desfavorecidas e institucionalizadas. Desta vez, a vacina imuniza também contra o vírus da gripe A."Neste momento, as farmácias e os centros de saúde estão a ser abastecidos com as vacinas necessárias", afirma a subdirectora geral da Saúde, Graça Freitas. Fonte da Associação Nacional de Farmácias (ANF), contactada pela agência Lusa, confirma que as farmácias já têm disponíveis as vacinas, que poderão ser compradas mediante apresentação de receita médica, válida até 31 de Dezembro. Nas administrações regionais de saúde, e para serem colocadas nos centros de saúde, estão também já as vacinas que irão ser distribuídas gratuitamente aos residentes de lares de idosos de instituições particulares de solidariedade social, das misericórdias e de gestão directa da Segurança Social, aos doentes integrados na rede de cuidados continuados e beneficiários do complemento solidário para idosos. A Direcção-Geral de Saúde (DGS) pretende que, este ano, a vacina atinja mais de 75% das pessoas em instituições e acima de 50% da população considerada prioritária: idosos com mais de 65 anos, doentes crónicos e imunodeprimidos ou grávidas com mais de 12 semanas de gestação.
Não há data concreta para o início da vacinação – uma informação que Graça Freitas não quis também adiantar, para "não criar ansiedade nas pessoas e gerar uma corrida às vacinas". "Nós aconselhamos a vacinação em Outubro. O dia exacto é quando as pessoas quiserem", diz a subdirectora geral da Saúde, adiantando que "pode acontecer que algum local ainda não tenha a vacina disponível e isso pode gerar ansiedade nas pessoas". A subdirectora geral de Saúde apela ainda aos médicos que façam uma "prescrição criteriosa, para que a vacina chegue a quem precisa". Para prevenir a transmissão da gripe, Graça Freitas aconselhou os portugueses a manterem as medidas que "tão bem interiorizaram" de higiene das mãos, de "etiqueta respiratória" e de distanciamento social para evitarem a propagação do vírus H1N1. "São medidas que servem para qualquer doença que se transmite da forma como a gripe o faz. São medidas que devíamos adoptar no dia-a-dia", defende. Graça Freitas apela ainda às pessoas que têm indicação para serem vacinadas para o fazerem, porque "a vacina é eficaz, segura e protege-as da doença e das suas complicações".







