sábado, 13 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
O país, meio acordado do pesadelo, inquire a medo: o que se passou? Como pôde isto acontecer? Escreveram-se notícias, fizeram-se reportagens, encheram-se programas matinais com o assunto. E muita gente falou, e muita gente avançou soluções sobre como prevenir situações destas. Prevenir. Mas poucas pessoas sugeriram como actuar depois de já terem acontecido. Se, por um lado, aquele menino podia ser o nosso filho; por outro, os outros que o agrediram também podiam ser os nossos filhos. E ninguém arrisca. Abriu-se um inquérito e, de repente, começamos a ouvir, vezes de mais, as palavras "alegadamente" e "eventuais".
Meio acordado, em choque, o país enfrenta a dura verdade - que amiúde nega - de que as crianças, os pré-adolescentes, os adolescentes não são anjinhos, desprovidos da dimensão mais negra do ser-se humano. Enfrenta, a medo, que a crueza e a crueldade serão tão naturais no animal humano como a compaixão e a empatia. E que numa criança tudo isto está em evidência de forma mais intensa, porque a auto-regulação aprende-se com o tempo, com a vida, com os exemplos. Com a Educação, enfim. Então, o que falhou aqui? Em Mirandela, e no Mundo inteiro onde haja um recreio com crianças?
Vigilância. "São precisos mais vigilantes nos recreios. O recreio de uma escola é tão importante como a sala de aula. É nos recreios que estas coisas acontecem. E depois são precisos mais psicólogos nas escolas", avançou o psiquiatra Daniel Sampaio. Resolverá este problema toda a vigilância do Mundo? "É necessário que a escola, a partir dos alunos, desenhe um programa de actuação para evitar a violência entre pares. É sensibilizar, é responsabilizar, é educar. Estas situações evitam-se através das testemunhas que não podem permitir, não podem silenciar", continuou.
O Leandro não viveu para esse admirável mundo novo onde a justiça se impõe ao medo. As águas do rio Tua engoliram a aflição, o desespero, a ausência de esperança deste menino. O país quis saber e parte da comunidade local respondeu titubeante. A Associação de Pais , por exemplo, começou por dizer que não havia registos de violência na escola, admitindo depois que, afinal, não era bem assim. A escola ficou-se por poucas palavras. Demasiado poucas...
Volvida uma semana, surgem os especialistas. Para uns, a culpa é da escola e da associação de pais; para outros, é dos pais que não aparecem na escola quando são convocados para resolver o comportamento dos filhos; para outros ainda, é do porteiro. E todos avançam soluções para o futuro, para que não se repita. Mas, entretanto, morreu um menino, o Leandro; e ninguém, ainda, falou, dos colegas que o maltrataram. A culpa parece ser de todos (tenham ou não tenham condições de trabalho), menos de quem o maltratou. Ainda ninguém perguntou: o que fazer com estes miúdos?
"Se forem identificados têm que ser punidos. Devem ser punidos de acordo com o regulamento da escola. A escola tem que ter um regulamento que contemple estas situações. Uma solução deverá ser o trabalho comunitário. Trabalho para a escola. É preciso responsabilizar ", concluiu.
Responsabilizar, a palavra temida
Responsabilizar. Parece ser esta a palavra que custa tanto dizer relativamente às crianças, aos pré-adolescentes, aos adolescentes. Colocar panos quentes - branquear - parece ser mais fácil do que desmontar esta ideia de que os meninos são anjos. "A representação que os adultos fazem das crianças é que estas são felizes e boazinhas", justificou Paula Cristina Martins, investigadora da Escola de Psicologia, da Universidade do Minho.
Esta psicóloga toca no ponto nevrálgico: "As crianças são pessoas. Ponto. E pessoas que vivem de uma forma muito mais intensa as suas emoções - tanto as negativas como as positivas -, porque lhes faltam mecanismos de regulação". Ou seja, falta-lhes filtro, estão em estado bruto, verdadeiro, puro, sendo que pureza não significa apenas generosidade. É ao longo de uma vida que vamos aprendendo a civilização, por oposição à animalidade de que, na base, somos feitos. Todos. "Começa-se pela hetero-regulação, isto é, são os pais, os educadores, que regulam o comportamento do jovem; depois passa-se a uma fase de co-regulação, em que o menor vai aprendendo com o outro como se controlar. Finalmente, chega-se à auto-regulação, isto é, aquele, sozinho, consegue decidir e encontrar o seu equilíbrio", explicou esta investigadora.
O equilíbrio para contornar um dos nossos instintos mais básicos e difíceis: a agressividade, a necessidade de ter e proteger território. De ter poder.
A base do bullying
Poder. Uma criança, um pré-adolescente, um adolescente são pessoas a nascer para o grupo. Enquanto que em casa têm o seu papel definido, fora de portas são apenas um entre milhares. Nada mais natural do que, instintivamente, engendrar formas de contrariar esse anonimato. Há uma necessidade de afirmação. No seu lado mais negro, essa afirmação faz-se à custa do outro. Da troça, da ridicularização, da humilhação, da ameaça, da força física.
"Há um elemento ou um grupo que identifica outro como sendo mais vulnerável - ou porque usa óculos, ou porque é mais gordinho ou magrinho, ou porque se veste de forma diferente - e vai agir sobre essa vulnerabilidade. Utilizando a derrubação, fica no centro das atenções. Dá-lhe status, poder ", evidenciou D'Jamila Garcia, psicóloga e a cumprir doutoramento nesta área.
Se o alvo não se defende, a tendência é repetir-se outra vez. E outra e outra. Até porque, a dada altura, isto engloba todos os que estão à volta, quanto mais não seja, porque ninguém denuncia. "Acabam por auxiliar o agressor, ou com reforço positivo, quando puxam pela vítima ou avisam o agressor de que ela vai ali a passar; ou quando silenciam, por entenderem que não têm força para intervir ou desvalorizarem o sofrimento da vítima. Para estes, é só na brincadeira. A dada altura, isto já não pára - a não ser que haja intervenção dos adultos - porque os papéis já estão definidos e já se espera aquele comportamento do agressor", alertou aquela investigadora.
As consequências são devastadoras: o agressor aprende a relacionar-se na base da humilhação; e a vítima enfrenta o desespero, o medo, o isolamento, a vergonha, traduzidos muitas vezes no absentismo para escapar à tortura. No caso do Leandro, o suicídio. "Explicados os mecanismos e as causas, não nos percamos nelas. Preocupemo-nos com a solução", pediu D'Jamila Garcia.
Solucionar: tolerância Zero
Solucionar passará por, primeiro, perceber que as crianças não são anjos, antes seres em construção. E ocorrem três atitudes em desuso: vigilância, educação, responsabilização. Passará, depois, por envolver a comunidade inteira. "É preciso, de facto, uma aldeia inteira para educar uma criança", avança Ana Maria Tomás Almeida, investigadora da Universidade do Minho.
"Todo o contexto e todas as circunstâncias são para ter em conta. A tolerância deve ser zero e, para isso, temos que implicar a escola, os pais e os miúdos numa procura de responsabilização. Mostrar-lhes o que fazem e as consequências do que fazem. Mas não pode passar apenas pela contenção, pela proibição, porque, depois, quando não estão perto do adulto, voltam a repetir comportamentos mais agressivos. Tem que passar por uma educação que os inclua numa procura de responsabilização", afirmou a investigadora.
Basicamente, "a necessidade de afirmação tem que assumir formas socialmente aceitáveis", atira Paula Cristina Martins. Os pais, a escola, os alunos devem perceber que comportamentos destes não são aceitáveis. "Quando o bullying ocorre, ninguém o pode ignorar. Os colegas, por exemplo, não o podem permitir, devem denunciar. Não pode ser desvalorizado por ninguém. Não é uma brincadeira. Tem consequências", reiterou D'Jamila Garcia.
No caso do Leandro, a consequência foi a morte. Não pode ser permitido assobiar para o lado. Incluir a escola, os pais, os alunos nesta discussão é imperativo, bem como dar-lhes os meios e a autoridade para desempenharem os seus papéis. Importará, obviamente, prevenir o futuro, atribuindo a todos os intervenientes apoio. E responsabilidades. Mas importará demonstrar, também, e desde já - porque morreu uma criança - que comportamentos destes não são toleráveis. Mesmo que quem os tenha sejam os nossos filhos. Que não é possível branquear a troça, a ridicularização e as humilhações repetidas. Porque podem levar à morte de outrém. Como no caso do Leandro. Que tinha 12 anos. Apenas. sexta-feira, 5 de março de 2010
- Comece o dia com um pequeno-almoço saudável.
- Procure também fazer várias refeições ao dia, variando alimentos.
- Verdes, alaranjados, amarelos, vermelhos ou roxos são os alimentos que nunca devem faltar à sua mesa. Use e abuse dos legumes e hortícolas e coma 2 a 3 peças de fruta por dia. Lembre-se que os vegetais e a fruta contêm fibras e antioxidantes que ajudam a neutralizar substâncias nefastas ao sistema cardiovascular.
- Escolha as variedades de cereais menos refinadas, porque são mais ricas em fibras, em vitaminas e em minerais.
- Dê preferência às variedades magras ou meio gordas de leite, iogurtes e queijo. Os lacticínios fornecem colesterol e a sua gordura é essencialmente saturada.
- Prefira a carne de aves em detrimento das carnes vermelhas porque, comparativamente, estas fornecem mais gordura saturada.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
2- Salpicar canela no café (mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue). 3- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral. O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco. 4- Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm. 5- Adoptar a regra dos 80%: servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrointestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.domingo, 7 de fevereiro de 2010
Tal como qualquer outra máquina que não funciona sem energia, também nós não funcionamos se não comermos. 
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Garota Surda Aprende a Tocar Violino
A todos os que são diferentes é preciso força para lutar, coragem para vencer, mas por incrível que pareça é desses, que ninguém dá nada por eles, de quem tantas vezes se esquecem, é desses que partem exemplos de vitórias diárias. É incrível que os que parecem mais limitados fisicamente são os que dão mais provas de que são capazes. Enquanto que os que são perfeitos, lindos, saudáveis, são preguiçosos, queixosos, mimados, e nunca se contentam com o que são e querem sempre mais e melhor.
sábado, 23 de janeiro de 2010
sua deficiência pode causar depressão e cansaço.
Banana – é rica em vitaminas do complexo B e flavonóides, que actuam na protecção das células. É rica em carboidratos, potássio, magnésio e biotina. Auxilia na produção de energia e no funcionamento do sistema nervoso. Portanto, diminui a ansiedade e colabora para garantir um sono mais tranquilo.
Espinafre – vegetal rico em potássio e ácido fólico, que previnem a depressão. Tem magnésio, folato e vitaminas A, C e do complexo B, auxiliando a estabilizar a pressão e garantindo o bom funcionamento do sistema nervoso.
Laranja – fonte de carotenóides, vitamina C, cálcio, vitaminas do complexo B. Auxilia no bom funcionamento do sistema nervoso. É energética, hidratante e previne a fadiga.
Leite – rico em cálcio auxilia no relaxamento dos músculos. Fonte de proteínas que estimulam o sistema nervoso ajudando a combater o streese.
Uva – rica em niacina (que é uma vitamina do complexo B), minerais, potássio e vitamina C. Portanto ajuda no bom funcionamento do organismo mantendo a saúde da pele, nervos, rins e aparelho digestivo. É rica em flavonóides (são antioxidantes), que retardam o envelhecimento da pele e ajuda a combater o colesterol, além de ser energética.
domingo, 17 de janeiro de 2010
E a escola é que paga. É que tem de salvar as famílias, regenerar a sociedade, tornar possível o laço social. Numa missão impossível e num processo de destruição psicológica dos professores.
Também por isso é preciso acabar com o mito de uma escola ao serviço da sociedade (como há dias aqui diziam as palavras de António Nóvoa) e mobilizar a sociedade para estar ao serviço da escola.
Eis as práticas eficazes de uma formação para a delinquência:
Adaptado de:http://www.terrear.blogspot.com/
de alimentos, segundo uma proporção coerente e nutricionalmente adequada às necessidades humanas. Contudo, só a mais ampla diversificação de alimentos, dentro de cada grupo, permite cumprir o desejável equilíbrio alimentar, desde que integre produtos hortícolas e fruta da época.
Os produtos hortícolas e fruta são os alimentos que devem ocupar o maior volume alimentar diário. As frutas em geral são nutricionalmente ricas de fibra vegetal, vitaminas e minerais, nutrientes protectores e reguladores.
A laranja é particularmente rica em vitamina C e em pectina, uma das fracções da fibra vegetal, importante na regulação dos valores de colesterol. Acresce também, o benefício de oferecer intacto o seu valor nutritivo, dado que se come sempre crua.
A laranja algarvia aufere ainda de notáveis propriedades, decorrentes do facto de ser sempre consumida como produto fresco e da época, e de ser proveniente duma região bastante exposta ao Sol, o que lhe confere uma maior riqueza em vitamina C.
Assim, é aconselhável o consumo de pelo menos uma laranja por dia, garante do aporte da dose diária recomendada de vitamina C, bem como de quantidade razoável de um dos melhores reguladores dos valores do colesterol.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
HIGIENE ORAL
No refeitório da Escola Secundária de Latino Coelho, está colocada uma máquina com diversos kits de higiene oral que poderão ser adquiridos introduzindo uma moeda de 2 Euros.
Os Kits são constituídos por uma pequena embalagem fácil de guardar. Esta embalagem é composta por uma pequena caixa, uma escova de dentes e uma pequena pasta dentífrica. É muito útil e prática, fácil de usar em diversas ocasiões e lugares, incluindo no dia-a-dia e em viagem.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
da imunodeficiência humana (VIH) no local de trabalho. A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida vai assinalar hoje a data com a realização da III reunião do Conselho Nacional para a Infecção VIH/sida, na sala do Tratado de Lisboa, no Pavilhão Atlântico. O Conselho Nacional é o instrumento de coordenação e acompanhamento das políticas públicas de prevenção e controlo da infecção VIH desenvolvidas sectorialmente. A efeméride será assinalada também pela Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS) com a abertura da sua venda de Natal na Baixa de Lisboa para angariação de fundos e onde será prestada informação sobre o VIH/sida. “A luta contra a SIDA é feita todos os dias há quase 20 anos pela LPCS, com acções de sensibilização e apoio aos doentes”, afirma a presidente da LPCS, Maria Eugénia Saraiva. A mesma responsável adianta que a venda de Natal é “uma acção muito importante para a instituição, porque permite angariar fundos que podem ser utilizados todo o ano”. Está também a decorrer, até ao dia 04 de Dezembro, o peditório nacional da Associação Abraço, com o tema “Um pequeno passo para si, uma grande ajuda para muitos”. A 31 de Dezembro de 2008, Portugal tinha 34 888 casos notificados, segundo o último relatório do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) sobre a situação epidemiológica da infecção VIH/Sida.
O maior número de casos notificados é de utilizadores de drogas por via endovenosa, representando 42,5 por cento de todas as notificações, reflectindo a tendência inicial da epidemia no país. O número de casos associados à infecção por transmissão sexual (heterossexual) representa o segundo grupo, com 40 por cento dos registos e a transmissão sexual (homossexual masculina) apresenta 12,3 por cento dos casos. As restantes formas de transmissão correspondem a 5,2 por cento do total. Os casos notificados de infecção VIH/SIDA que referem como forma provável de infecção a transmissão sexual (heterossexual) apresentam uma tendência evolutiva crescente. Já o último relatório da ONUSida aponta que desde que surgiu a doença, morreram cerca de 25 milhões de pessoas e 60 milhões foram infectadas, mas, nos últimos oito anos, as novas infecções diminuíram 17 por cento. PREVINA-SE!
Adaptado do Jornal "Público"
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
que manter o nosso peso dentro dos limites saudáveis diminui o risco de ocorrências de vários problemas de saúde graves, como o colesterol elevado, a hipertensão ou outras doenças cardiovasculares, a diabetes e o cancro.
Controlar o peso significa manter um peso saudável adequado ao seu corpo.
A acreditar na publicidade às dietas e equipamentos de emagrecimento, o controlo do peso visa principalmente a melhoria da sua aparência. E se é verdade que vigiar o peso pode ajudar-nos a melhorar o nosso aspecto, é ainda mais importante para a nossa saúde e esperança de vida.
Ter peso a mais aumenta o seu risco de desenvolver vários problemas de saúde.
Num estudo de prevalência da obesidade desenvolvido pela Sociedade Portuguesa para o Estudo da Obesidade, concluiu-se que em Portugal mais 50% da população tinha excesso de peso ou obesidade instalada.
Ficou também avaliado que 80 a 100 mil doentes tinham necessidade de recorrer a tratamento através de intervenção cirúrgica para situações de obesidade grave.
Outro factor importante diz respeito à pré-obesidade ou obesidade infantil, que também constitui já hoje um problema crescente.
Estes estudos realçam a importância do controlo do peso. domingo, 15 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
existe, limpa o organismo de toxinas e micróbios. Devemos beber, pelo menos, dois litros de água por dia. Pode beber chá - tem sabor e confere uma dose extra de antioxidantes com benefícios comprovados;domingo, 4 de outubro de 2009
constituem as orientações mais importantes para evitar a propagação desta doença que já vitimou milhares de pessoas em todo o mundo. A nossa Escola está muito bem equipada com doseadores de gel desinfectante, vários equipamentos para a lavagem das mãos, salas e espaços adequados e kits de protecção colectiva.
Recorde-se que a gripe A é uma doença infecto-contagiosa que afecta o nariz, a garganta e a árvore respiratória, provocada por um novo vírus da gripe, designado vírus da gripe A (H1N1). O vírus encontra-se presente nas gotículas de saliva ou nas secreções nasais das pessoas doentes, podendo ser transmitido através do ar, em particular em espaços fechados e pouco ventilados, quando os doentes tossem ou espirram no interior destes espaços. O vírus pode permanecer activo, durante várias horas, em superfícies ou objectos contaminados.



