segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Há mais jovens a beber e a consumir cannabis
O consumo de álcool, de
tabaco e de droga aumentou entre os alunos das escolas públicas, revelam os
primeiros resultados do Inquérito Nacional em Meio Escolar divulgados
esta quinta-feira, em Lisboa.
No ensino secundário,
mais de dois terços (68%) dos alunos disseram, quando foram questionados, que
tinham ingerido álcool nos 30 dias anteriores e 16% relataram uso de drogas —
sendo que a mais consumida é, de longe, a cannabis.
Isto significa que 40 mil jovens do secundário reportam consumos recentes de cannabis. E que o aumento em relação ao último inquérito, feito em 2006, foi de sete pontos percentuais, quebrando uma tendência de quebra que parecia desenhar-se em anos anteriores.
No que diz respeito ao álcool, a evolução é semelhante. O número dos que relatam consumo “nos últimos 30 dias” cresceu 10 pontos percentuais. A cerveja é a bebida preferida (51%), seguida das destiladas (50% dizem ter consumido no mês anterior ao inquérito). Dois em cada dez jovens relatam episódios de embriaguez recente.
No 3.º ciclo do ensino básico a tendência é semelhante. Em 2006, 32% dos alunos diziam ter bebido no mês anterior ao inquérito. Em 2011, a percentagem subiu para 37%.
Quanto às drogas, a percentagem de consumo nos “últimos 30 dias” passa de 5 para 6% — o que corresponde à volta de 23 mil alunos. O número dos que falam de embriaguez nos últimos 30 dias mantém-se estável (7%).
Estes números não revelam a quantidade de jovens que já experimentaram alguma das substâncias analisadas no estudo — essas são sempre muito maiores e basta dizer que no secundário, por exemplo, o peso dos que contam que já consumiram cannabis alguma vez na vida é de 29%.
Isto significa que 40 mil jovens do secundário reportam consumos recentes de cannabis. E que o aumento em relação ao último inquérito, feito em 2006, foi de sete pontos percentuais, quebrando uma tendência de quebra que parecia desenhar-se em anos anteriores.
No que diz respeito ao álcool, a evolução é semelhante. O número dos que relatam consumo “nos últimos 30 dias” cresceu 10 pontos percentuais. A cerveja é a bebida preferida (51%), seguida das destiladas (50% dizem ter consumido no mês anterior ao inquérito). Dois em cada dez jovens relatam episódios de embriaguez recente.
No 3.º ciclo do ensino básico a tendência é semelhante. Em 2006, 32% dos alunos diziam ter bebido no mês anterior ao inquérito. Em 2011, a percentagem subiu para 37%.
Quanto às drogas, a percentagem de consumo nos “últimos 30 dias” passa de 5 para 6% — o que corresponde à volta de 23 mil alunos. O número dos que falam de embriaguez nos últimos 30 dias mantém-se estável (7%).
Estes números não revelam a quantidade de jovens que já experimentaram alguma das substâncias analisadas no estudo — essas são sempre muito maiores e basta dizer que no secundário, por exemplo, o peso dos que contam que já consumiram cannabis alguma vez na vida é de 29%.
Mudanças
nas smartshops
O estudo, da responsabilidade do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, o organismo que sucedeu ao Instituto da Droga e Toxicodependência, abrangeu cerca de 65 mil alunos. A recolha de dados aconteceu em Maio de 2011.
Esta manhã, durante a apresentação, o secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, lembrou que em períodos de crise há uma tendência para o aumento dos consumos. E mostrou-se preocupado com o facto de parecer estar a ganhar terreno a ideia de que a cannabis é inócua. “É uma percepção errada. O consumo de cannabis aumenta o risco de psicoses, de esquizofrenia” e de outras doenças, como “mostram vários estudos científicos”.
Sublinhou ainda a necessidade de regulamentar a venda de álcool a menores de 18 anos. E prometeu mudanças para breve na legislação relacionada com as smartshops (“que de smart têm pouco, pelo que considero essa expressão demasiado benévola”, disse), onde se vendem as chamadas “drogas legais”.
“Essas substâncias têm uma elevadíssima toxicidade”, lembrou Leal da Costa. E o facto dos seus efeitos serem muitas vezes desconhecidos dos próprios médicos faz com que os serviços de urgência dos hospitais tenham muito mais dificuldade em lidar com os casos de intoxicação que lhes chegam.
O estudo, da responsabilidade do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências, o organismo que sucedeu ao Instituto da Droga e Toxicodependência, abrangeu cerca de 65 mil alunos. A recolha de dados aconteceu em Maio de 2011.
Esta manhã, durante a apresentação, o secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, lembrou que em períodos de crise há uma tendência para o aumento dos consumos. E mostrou-se preocupado com o facto de parecer estar a ganhar terreno a ideia de que a cannabis é inócua. “É uma percepção errada. O consumo de cannabis aumenta o risco de psicoses, de esquizofrenia” e de outras doenças, como “mostram vários estudos científicos”.
Sublinhou ainda a necessidade de regulamentar a venda de álcool a menores de 18 anos. E prometeu mudanças para breve na legislação relacionada com as smartshops (“que de smart têm pouco, pelo que considero essa expressão demasiado benévola”, disse), onde se vendem as chamadas “drogas legais”.
“Essas substâncias têm uma elevadíssima toxicidade”, lembrou Leal da Costa. E o facto dos seus efeitos serem muitas vezes desconhecidos dos próprios médicos faz com que os serviços de urgência dos hospitais tenham muito mais dificuldade em lidar com os casos de intoxicação que lhes chegam.
(Artigo adaptado de
Jornal Público)
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Em média, 89 820 crianças veem televisão depois da meia-noite!
A medição de audiências em Portugal indica que há, em média,
89 820 crianças a ver televisão depois da meia-noite. Um valor considerado
alarmante pelos especialistas.
No total, há milhão e meio de portugueses que, entre as 00.00 e as duas e
meia da manhã, estão a ver televisão. Dentro daquele valor médio registado no
mês de outubro, perto de 90 mil são crianças e jovens com idades compreendidas
entre os 4 e os 14 anos.
"Olho para estes números com surpresa e aflição", declara Eduardo Sá,
pedopisquiatra.
Este especialista teme que tal valor na medição de audiências possa
significar uma ausência de acompanhamento por parte por parte dos adultos.
"Siginifcica que os pais, em suaves prestações, se demitem de ser pais. E isso é
um perigo. Grave", sustenta.
Estas quase 90 mil crianças representam cerca de 6% da totalidade da
população portuguesa na faixa etária dos 4 aos 14 anos, segundo os censos
admIitidos neste estudo, os de 2001.
(Adapatdo do artigo do Jornal de Notícias de 15 de outubro de 2012)
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Unidade Móvel do Cuida-te
UNIDADE MÓVEL DO INSTITUTO PORTUGUÊS DA JUVENTUDE
No dia 22 de maio de 2012, das 10:00 às 13:00 h, vai estar na Escola Secundária de Latino Coelho (Campo de Futebol-Bar da Escola) uma Unidade Móvel do IPJ.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno
(GIAA)
O Gabinete de Informação e
Apoio ao Aluno, junto à Biblioteca, tem por objetivo prestar informação, apoio e aconselhamento no
âmbito da educação para a saúde e educação sexual, constituindo-se como um
espaço por excelência de contacto e diálogo, em segurança e num contexto
confidencial, visando assuntos que preocupam os alunos e os pais/encarregados
de educação, tais como problemas decorrentes das relações com a família, os
amigos, os professores, dúvidas sobre sexualidade, substâncias psicoativas e
outros consumos, alimentação saudável e distúrbios alimentares, relações
afetivas, conflitos, projetos de vida, desempenho escolar, integração social, violência
em meio escolar, ….
O Gabinete possibilita a
quem procura este espaço a oportunidade de dialogar com abertura,
disponibilidade, confiança e confidencialidade. Quando as questões colocadas
ultrapassam a competência da equipa do gabinete, os alunos serão encaminhados
para estruturas que os possam apoiar de forma mais especializada.
Procurar-se-á
que o Gabinete de Apoio ao Aluno e a “Caixinha das dúvidas: Tens dúvidas?
Pergunta.” – também com a vertente de correio eletrónico – informe os alunos e
responda às suas dúvidas, anseios e problemas, em tudo o que disser respeito à
educação para a saúde, à sexualidade, aos comportamentos de risco e às IST
(infeções sexualmente transmissíveis).
Horário e Professores de apoio ao GIAA
(Clique, por favor, para ampliar a imagem)
domingo, 15 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Arranjar forças para deixar de
fumar
Todos os fatores que precisa de conhecer para conseguir
concretizar este objetivo
Não se
consegue com um simples estalar dos dedos. Deixar de fumar exige preparação,
investimento e, sobretudo, uma forte motivação.
Não recomeçar é o maior desafio. De facto, durante o primeiro ano, nove em cada dez pessoas sucumbem de novo aos apelos do cigarro. Mas, se é verdade que não é fácil deixar de fumar, também é verdade que não é impossível. O mais difícil é decidir que se vai deixar de fumar. Mas logo que se aceita a ideia entra-se no bom caminho.
Parar definitivamente exige uma grande coragem. Podem-se distinguir três espécies de fumadores. O impenitente fuma por prazer. O compulsivo para preencher lacunas de qualquer ordem. E o fumador-vítima, que está consciente dos riscos que a sua saúde corre e se sente culpabilizado. Embora o primeiro seja um mau candidato à interrupção do vício, qualquer fumador pode reaprender a viver sem tabaco. As explicações do fumador podem ser múltiplas, nomeadamente o stress, a falta de coragem, a necessidade de fumar para ser capaz de trabalhar ou o cigarro para ganhar confiança em público são apenas algumas das justificações mais ouvidas.
Primeiros passos
Para 90 por cento dos fumadores, a associação tabaco/bem-estar é sentida muito rapidamente e torna-se um reflexo comportamental. A esta dependência psicológica junta-se a necessidade fisiológica, o corpo reclama a sua dose. É esta última necessidade que explica por que se fuma muito mais do que aquilo que realmente se deseja.
Para determinar a verdadeira dependência, o melhor será fazer uma tentativa durante um dia (se for possível uma semana) e constatar quando é que o cigarro lhe faz mais falta, de manhã, ao levantar, após o café ou noutra altura do dia. E em que estado se encontra, irritável, ansioso, liberto? Desta forma, será possível saber se é necessário recorrer a um auxiliar para deixar de fumar. Em caso afirmativo, o próximo passo é escolher um dos numerosos métodos existentes.
Para fazer uma boa escolha, compare as experiências de antigos fumadores. Pode utilizar substitutos nicotínicos como as gomas de mascar ou os patches transdérmicos para diminuir os efeitos da dependência fisiológica. Mas também pode optar por métodos não medicamentosos como a relaxação para combater a ansiedade excessiva.
O mito do aumento de peso
Se tem medo de engordar, é sempre possível consultar um nutricionista. No entanto, o aumento de peso na sequência da interrupção do hábito de fumar não é assim tão importante como geralmente se pensa (em média 2,8 quilos para os homens e 3,8 para as mulheres). Nada que não seja possível recuperar com facilidade.
Há duas maneiras de evitar o aumento de peso. Uma delas é fazer um regime antes de deixar de fumar, o que é preconizado por vários especialistas. A outra é praticar desporto e vigiar a alimentação, evitando as gorduras, consumindo mais frutos e bebendo muita água. Mas convém não exagerar: está a deixar de fumar, não de comer.
Adaptado de: http://saude.sapo.ptNão recomeçar é o maior desafio. De facto, durante o primeiro ano, nove em cada dez pessoas sucumbem de novo aos apelos do cigarro. Mas, se é verdade que não é fácil deixar de fumar, também é verdade que não é impossível. O mais difícil é decidir que se vai deixar de fumar. Mas logo que se aceita a ideia entra-se no bom caminho.
Parar definitivamente exige uma grande coragem. Podem-se distinguir três espécies de fumadores. O impenitente fuma por prazer. O compulsivo para preencher lacunas de qualquer ordem. E o fumador-vítima, que está consciente dos riscos que a sua saúde corre e se sente culpabilizado. Embora o primeiro seja um mau candidato à interrupção do vício, qualquer fumador pode reaprender a viver sem tabaco. As explicações do fumador podem ser múltiplas, nomeadamente o stress, a falta de coragem, a necessidade de fumar para ser capaz de trabalhar ou o cigarro para ganhar confiança em público são apenas algumas das justificações mais ouvidas.
Primeiros passos
Para 90 por cento dos fumadores, a associação tabaco/bem-estar é sentida muito rapidamente e torna-se um reflexo comportamental. A esta dependência psicológica junta-se a necessidade fisiológica, o corpo reclama a sua dose. É esta última necessidade que explica por que se fuma muito mais do que aquilo que realmente se deseja.
Para determinar a verdadeira dependência, o melhor será fazer uma tentativa durante um dia (se for possível uma semana) e constatar quando é que o cigarro lhe faz mais falta, de manhã, ao levantar, após o café ou noutra altura do dia. E em que estado se encontra, irritável, ansioso, liberto? Desta forma, será possível saber se é necessário recorrer a um auxiliar para deixar de fumar. Em caso afirmativo, o próximo passo é escolher um dos numerosos métodos existentes.
Para fazer uma boa escolha, compare as experiências de antigos fumadores. Pode utilizar substitutos nicotínicos como as gomas de mascar ou os patches transdérmicos para diminuir os efeitos da dependência fisiológica. Mas também pode optar por métodos não medicamentosos como a relaxação para combater a ansiedade excessiva.
O mito do aumento de peso
Se tem medo de engordar, é sempre possível consultar um nutricionista. No entanto, o aumento de peso na sequência da interrupção do hábito de fumar não é assim tão importante como geralmente se pensa (em média 2,8 quilos para os homens e 3,8 para as mulheres). Nada que não seja possível recuperar com facilidade.
Há duas maneiras de evitar o aumento de peso. Uma delas é fazer um regime antes de deixar de fumar, o que é preconizado por vários especialistas. A outra é praticar desporto e vigiar a alimentação, evitando as gorduras, consumindo mais frutos e bebendo muita água. Mas convém não exagerar: está a deixar de fumar, não de comer.
domingo, 16 de outubro de 2011
Aprenda a melhorar os seus hábitos alimentares
Promover a melhoria dos hábitos alimentares das famílias portuguesas e motivá-las a ter um estilo de vida mais activo são dois dos objectivos do movimento “Hiper Saudável”.
A ideia é simples: pretende sensibilizar e mobilizar a sociedade portuguesa para a mudança de atitudes e comportamentos em prol de melhores hábitos alimentares e de um estilo de vida mais saudável.
Este movimento é constituído por oito compromissos para melhorar a nutrição: tomar o pequeno-almoço todos os dias, comer 5 porções de fruta ou legumes por dia, não estar mais de 3h30 sem comer, ler sempre o rótulo dos produtos comprados, fazer exercício físico três vezes por semana, manter o organismo sempre hidratado, planear as refeições semanalmente e confeccionar alimentos com menos sal, gordura e açúcar.
A iniciativa é desenvolvida pelo Continente e por várias entidades que se associaram a este movimento. É o caso da Direcção-Geral da Saúde/ Plataforma contra a Obesidade, a Associação Portuguesa dos Nutricionistas, entre outras.
Adapatado do sítio:www.ionline.pt
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
CARTA DE UMA JOVEM ANTES DE FALECER!!!
LEIAM E PARTILHEM
Fui à festa, mãe.
Fui à festa, e lembrei-me do que me disseste. Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe...
Então, bebi uma 'Sprite'. Senti orgulho de mim mesma, exactamente o modo como me disseste que eu me sentiria.
E que não deveria beber e de seguida conduzir.
Ao contrário do que alguns amigos me disseram.
Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
Quando a festa finalmente acabou e o pessoal começou a conduzir sem condições, fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar... Agora estou deitada na rua e ouvi o policia dizer: 'O rapaz que causou este acidente estava bêbado'. Mãe, a voz parecia tão distante... O meu sangue está por todo o lado e eu estou a tentar com todas as minhas forças não chorar... Posso ouvir os paramédicos dizerem: 'A rapariga vai morrer'...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir!! E agora eu tenho que morrer. Então... Porque é que as pessoas fazem isso, mãe? Sabendo que isto vai arruinar vidas? A dor está a cortar-me como uma centena de facas afiadas.
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao pai que ele tem que ser forte. Quando eu partir, escreva
'Menina do Pai' na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito àquele rapaz que é errado beber e conduzir. Talvez, se os pais dele o tivessem avisado, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca mãe, e estou a ficar realmente com medo. Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada... Gostaria que tu pudesses abraçar-me mãe, enquanto estou aqui esticada a morrer, gostaria de poder dizer que te amo mãe...
Então... Amo-te
Adeus...'
________________________________________
Estas palavras foram escritas por um repórter que
presenciou o acidente. A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o jornalista ia anotando...
Muito chocado. Este jornalista iniciou uma campanha.
Se esta mensagem chegou ate ti e tu a apagares, podes estar a destruir uma boa forma de consciencializar um grande número de pessoas; fazendo com que a tua vida, TAMBÉM CORRA PERIGO!!!!!!!!!!!
Com este pequeno gesto podes marcar a diferença. Então, partilha com todas as pessoas que conheces.
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