COMPORTAMENTOS DE RISCO EM JOVENS ADOLESCENTES
23 de Maio - 2ª feira - 21:00 h
ESCOLA SECUNDÁRIA DE LATINO COELHO - LAMEGO
Assim as raparigas receberão um Kit O.B. com amostras de higiene íntima feminina, um desdobrável relacionado com o tratamento da pele e um pequeno livro do Programa Educativo Diário 14/18 da Johnson & Johnson para que estas possam encontrar respostas às suas dúvidas sobre menstruação, o uso de tampões, os métodos contraceptivos e as doenças sexualmente transmissíveis. Também para os rapazes é oferecido um pequeno livro de apoio que aborda temas relacionados com a puberdade e órgãos sexuais masculinos.
A investigação constante, numa área de intervenção tão importante como o cancro é, inquestionavelmente, necessária. Cada vez se sabe mais sobre as suas causas, sobre a forma como se desenvolve e cresce, ou seja, como progride. Estão, também, a ser estudadas novas formas de o prevenir, detectar e tratar, tendo sempre em atenção a melhoria da qualidade de vida das pessoas com cancro, durante e após o tratamento.ACÇÕES DE FORMAÇÃO/INFORMAÇÃO
Consumo de substâncias Psicoactivas – ÁLCOOL E TABACO
"Se houvesse um critério pedagógico a ordenar as opções da política educativa, é evidente que o governo ao invés de reduzir teria de aumentar o tempo do Desporto Escolar e da Educação Física curricular respeitando ao menos as orientações da comunidade europeia já que ignora a comunidade científica de Educação Física. A jornalista elencou alguns motivos que justificam a sua apreensão. Parecem óbvios. E não é necessário ser-se um especialista na área da motricidade para demonstrar que os tempos da hipocinésia estão aí com todas as suas maleitas, que erradamente se designam de maleitas civilizacionais. Como se o retrocesso civilizacional pudesse encerrar algum propósito de humanidade."
Já dizia o velho Hipócrates, por muitos considerado o pai da medicina: "Todo o excesso é mau." Ou, como lembrava o escritor francês Jean-Pierre Claris de Florian, "o excesso de um grande bem torna-se um mal muito grande." As duas máximas aplicam-se ao stresse. Na dose certa, é um mecanismo fundamental à sobrevivência - sem ele "estaríamos todos mortos", nota o psiquiatra e fundador do Instituto de Prevenção do Stresse, Rui Mota Cardoso. Mas, em excesso, o stresse é um perigo sério. Tão sério que pode matar-nos. Chamam-lhe "a doença mais mortífera do século XXI", mas não é ele a premir o gatilho. O crime encomenda-o a uma lista de patologias assassinas a que está associado, do Alzheimer às doenças cardiovasculares, passando pela depressão e outros males.
Numa situação de stresse normal, o organismo retoma o estado inicial ao fim de alguns minutos. O problema é que na montanha-russa dos dias o gatilho é premido vezes sem conta, a um ritmo que pode não ter espaço para recuperar. O stresse torna-se crónico. Para atacar o problema, Robert Sapolsky, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, um dos mais proeminentes neurocientistas mundiais, está a trabalhar no desenvolvimento de um tratamento que funcione como uma vacina para o stresse. Trata-se, no fundo, de recorrer à engenharia genética para provocar a libertação de proteínas protetoras que impeçam o excesso de stresse de danificar o organismo. O tratamento está muito longe de poder ajudar alguém - serão precisos vários anos até que chegue à fase de ensaios clínicos - mas os primeiros testes em laboratório foram animadores: a injeção foi capaz de prevenir quase todos os danos celulares em ratos que foram submetidos a stresse. "Para ser honesto, ainda estou espantado por ver que funciona", disse Sapolsky à revista "Wired". "Provámos que conseguimos reduzir os danos neuronais provocados pelo stresse".